09/02/2003

Da série Roubando Drops
Que tipo de dona-de-casa voce e?
brought to you by Quizilla

Você trabalha e cuida dos filho. Mas tem um ou dois, no máximo. Seu marido lava as louça também. Você sabe equilibrar os dois lado e isso é uma maravilha. Continue assim, parabéns Mulher atual: Voce trabalha e cuida dos filho. Mas tem um ou
dois, no maximo. Seu marido lava os prato
tambem. Voce sabe equilibrar os dois lado e
isso e uma maravilha. Continue assim, parabéns.

08/02/2003

Consegui roubar Drops da Fal
que por sua vez já tinha roubado a alguém que não me lembro quem, sei que adorei: SE VOCÊ PODE:

- Começar o dia sem cafeína, nicotina ou tranqüilizantes;
- Comer, dia após dia, a mesma comida sem se queixar;
- Entender que água é a melhor coisa para lhe matar a sede
- Entender quando existe tensão ao teu redor e evitar o perigo;
- Ser capaz de ficar indiferente diante da alta do dólar e da queda da bolsa
- Ser capaz de compreender quando todos estão muito ocupados para te dar atenção
- Aceitar a crítica
- Acalmar tua tensão sem precisar de auxílio médico
- Ter pique para passar noites em claro, numa ótima;
- Dormir tranqüilamente a qualquer hora, em qualquer lugar;
- Relaxar ao final do dia;
- Desfrutar da carícia de uma mão querida em tua cabeça
Então, é quase certo que...
VOCÊ É O CACHORRO DA CASA !!!!



A "Caixinha de Pandora" comemora hoje o seu primeiro aniversário! Obrigada a todos os que a visitaram! Faz hoje um ano que fiz o meu primeiro post!

07/02/2003

Sei que a minha caixinha tem permanecido fechada e poucos são os segredos que saem da caixa, mas cada vez é mais exíguo o tempo que tenho para os revelar. Não deixe de abrir a a caixa quem sabe um dia recomeçam as novidades na caixa de Pandora, até lá as Parcas mnatém o fio da minha vida a ser tecido em velocidades maiores daquelas para que eu estava preparada.

06/02/2003

Só por hoje, somente neste dia queria ser pássaro e voar sem parar, sem destino sem nada com que me preocupar.

16/01/2003

Bem vindos ao mundo de Pandora créditos de crazypages
pescado no Mixiricando

13/01/2003

Apelo

De repente tudo muda
Tudo fica diferente
O Vento sopra mais forte
O mar fica enfurecido
E as ondas correm como loucas umas atrás das outras
Para que o mar possa beijar areia
Para que o vento me possa fustigar o rosto com seus salpicos salgados
E aí surge um desejo súbito
Insensato, bizarro, indefinível de deixar de ser gente, ser humano e sentimento
e ser mar, onda, areia, chuva e vento
num dia de Inverno cinzento
E parar de correr atrás de ilusões
como as ondas que se perseguem loucamente
e loucamente me persegue o desejo de deixar de ser gente
e fazer parte da natureza
ser um membro do seu corpo
esquecer esta incerteza
que me persegue incessantemente
a incerteza de ser gente
ser humano e sentimento.


07/01/2003

Aviso:tive alguns problemas no blog "Um conto de reis..." que se encontra em stand by mas brevemente prosseguirá.
Tenho as mãos geladas. Olho para a tela em braco que me convida insistentemente a decorá-la com letras e palavras rebuscadas, mas tenho as mãos geladas e estas recusam-se abandonar o aconchego do corpo onde se refugiam. Renunciam ao apelo das teclas, ao apelo das letras e a tela em branco terá que esperar, que eu não tenha as mãos tão geladas para que estas façam de novo o bailado das teclas e ilustrem de novo a tela em braco que anseia por letras e palavras rebuscadas.

05/01/2003

Ano novo! vida nova! O Blogger reformulou o seu visual do editor: Hummm! Espero que funcione melhor.

03/01/2003

Para aqueles que visitam a "caixinha" desde o seu nascimento este texto não lhes é estranho pois foi dos primeiros que "postei" aqui. No entanto creio que vale a pena republicá-lo como uma reflexão para este novo ano que iniciámos.

Um novo ano

Um novo começo. Uma nova página virada no livro da vida. Um novo amanhecer coroado de esperança. Um capítulo em branco com trezentas e sessenta e cinco páginas por preencher. E sem saber ,somos os personagens principais desse livro e talvez por isso queremos que o final seja feliz.

Amanhecemos apenas com uma certeza, a de que o nos planeta completou mais uma volta em torno do rei sol. Esperamos que o sol nos sorria, que o novo ano nos sorria. Um novo ano, uma nova oportunidade.

Tempo de reflexão. Tempo de olharmos para nós próprios e pensarmos como podemos ser pessoas melhores e fazer com que o mundo à nossa volta se torne melhor para todos. Tempo para tentarmos cumprir os sonhos que ficaram por realizar e cumprir projectos que ficaram por terminar.

Tempo de escrever as páginas da nossa vida que ainda não foram escritas. Tempo de visitar o amigo, que estamos há anos por visitar, de ler o livro que sempre quisemos ler e ficou esquecido na prateleira, de provar o prato especial que ainda não provámos, de fazer a viagem que sempre adiámos, de escrever o livro que ainda não escrevemos. Tempo de dizer obrigada, amo-te , adoro-te, gosto de ti, tens valor, aprecio-te, admiro-te!

Sim é tempo de dizermos o que sentimos. De ajudarmos quem precisa. De tentarmos fazer aquilo que ainda não conseguimos, de lutarmos pelos nossos ideais. Antes que seja tarde demais. Antes que não voltemos a amanhecer num novo ano. Antes que não tenhamos uma nova oportunidade de escrevermos, o melhor capítulo. Façamos de um novo ano , o livro mais bonito da nossa vida, onde todos os personagens têm direito a finais felizes.

31/12/2002


FELIZ   2003



20/12/2002

Curtas

* A quem visitar a "Caixinha de Pandora " e tiver crianças ou gosto por literatura infantil, eu convido a visitar o meu novo blog destinado aos mais novos "Um conto de reis..."

* Se os seus interesses em termos de literatura são variados sugiro que visite a nova edição de "As letras de Paganini" onde encontrará as mais recentes notícias em termos do que se faz de novo na literatura portuguesa.

* Está farto(a) do template do seu blog e quer mudar, mas não percebe nada de HTML? Faça como eu visite o BlogBuster.

* A propósito do BlogBuster o template de "Um conto de reis..." veio de Lá e foi aqjustado à medida pela sua criadora que foi incansável. Obrigada Civana!

17/12/2002

Eu escrevi "o erro", ela escreveu o "o acerto" e resultou neste texto trabalhado a quatro mãos sem prévia combinação,mas com muita inspiração:

O ERRO E O ACERTO DO POETA

Flora Rodrigues
Rosi Luna

Eu pensava que o amor era mágoa, dor, desilusão. Eu
tinha quase a certeza que o amor era aquela eterna
incerteza, aquela dúvida, aquele desassossego de que o
poeta falava.

Eu pensava que o amor era nódoa, flor, ilusão. Eu
não tinha certeza que o amor era aquela eterna clareza,
aquela afirmação, aquele aconchego de que o poeta falava

Eu pensava que o amor era a eterna espera, era a
angústia, o sofrimento, o tormento de que o poeta se
queixava ao vento.

Eu pensava que o amor era uma lanterna de chegada, era
a malícia, entendimento, um carma de que o poeta se
furtava ao juramento.

Eu pensava que o amor era aquela agonia sentida e
forte, a ausência mais dolorosa que a morte. Eu
pensava como o poeta, que cantava as suas mágoas ao
vento, que amor era apenas dor, angústia, sofrimento.

Eu pensava que amor era aquela alegoria consentida e
fraca, a permanência mais deliciosa que a vida. Eu
pensava como o poeta, que louvava as suas alegrias
ao juramento, que amor era apenas flor, malícia, entendimento.

Mas hoje eu sei o que é o amor.
Mas hoje eu perdi a noçao do que é o amor.

O amor é alegria, fantasia, uma doce paixão, um
alegre bater do coração.
O amor é uma dádiva eterna, é um dar e receber sem
parar. É estar ao teu lado sem falar.

O amor é cantoria, uma folia, um salmo da paixão,
um breve tocar da emoção.
O amor é uma diva eternizada, é uma falta de ar sem
receber balão pra oxigenar. É pular do paraquedas sem olhar.

É não ter que esperar, é a felicidade a bater a nossa
porta. É ter a tua mão na minha para caminharmos de
mãos dadas. É um sorriso, um sonho realizado. É não
ter que esperar eternamente por quem está ao nosso
lado.

É ter que contar, é a eternidade pra calar os clamores.
É ter um caminhão para juntar areia de todas
as praias. É uma lágrima, uma fronha esticada. É
ter que olhar o calendário por quem nunca está pra chegar.

O amor é esquecer a angústia, agonia, o sofrimento a
desilusão, porque estamos juntos e desfrutamos
plenamente a nossa paixão.

O amor é lembrar a pelúcia, sinfonia, a melancolia o
ilusionista, porque estamos separados e somos frutos
de uma polpa de paixão.

Eu não sabia o que era o amor ,mas agora que te tenho
a meu lado, eu já sei o que é amor e agora eu sei, eu
tenho a certeza que o poeta estava errado.

Eu pensava o amor era um véu de pele, um veludo desnudo
um balão quanto mais chegasse perto mais longe ele iria.

Eu não sabia o que era o amor, mas agora que te perdi
olha meu estado, eu não sei o que é amor e agora eu não sei,
eu não tenho a clareza que o poeta estava certo.

O erro do poeta

Eu pensava que o amor era mágoa, dor, desilusão. Eu tinha quase a certeza que o amor era aquela eterna incerteza, aquela dúvida, aquele desassossego de que o poeta falava.

Eu pensava que o amor era a eterna espera, era a angústia, o sofrimento, o tormento de que o poeta se queixava ao vento.

Eu pensava que o amor era aquela agonia sentida e forte, a ausência mais dolorosa que a morte. Eu pensava como o poeta, que cantava as suas mágoas ao vento, que o amor era apenas dor, angústia, sofrimento.

Mas hoje eu sei o que é o amor.

O amor é alegria, fantasia, uma doce paixão, um alegre bater do coração.
O amor é uma dádiva eterna, é um dar e receber sem parar. É estar ao teu lado sem falar.

É não ter que esperar, é a felicidade a bater a nossa porta. É ter a tua mão na minha para caminharmos de mãos dadas. É um sorriso, um sonho realizado. É não ter que esperar eternamente por quem está ao nosso lado.

O amor é esquecer a angústia, agonia, o sofrimento a desilusão, porque estamos juntos e desfrutamos plenamente a nossa paixão.

Eu não sabia o que era o amor ,mas agora que te tenho a meu lado, eu já sei o que é amor e agora eu sei, eu tenho a certeza que o poeta estava errado.